PESQUISAS
PESQUISA NACIONAL ATUAL (2024-2026)
Análise comparativa das práticas espaciais de autodemarcação, retomada e monitoramento territorial de Terras Indígenas
A pesquisa investiga a luta pelos territórios ancestrais em Santarém (PA), Dourados (MS) e Maquiné (RS) e conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Membros do projeto:
Rafael Zilio (UFOPA - coordenador)
Juliana Gasiéli Bueno Mota (UFGD)
Marcelo Argenta Camara (UFRGS)
Fabiano de Oliveira Bringel (UEPA)
Leia o texto A questão indígena na Geografia anglófona.
PESQUISA INTERNA ATUAL (2026.1-2028.2)
Geopolítica do neoextrativismo e cosmopolíticas originárias na fronteira do mundo moderno-colonial: análise multiescalar a partir do Baixo Tapajós, Amazônia brasileira
O projeto de pesquisa objetiva analisar o protagonismo das lutas indígenas no Baixo Tapajós à luz da geopolítica do neoextrativismo, considerando a Amazônia enquanto fronteira do mundo moderno-colonial. Para isso, definimos quatro pilares: neoextrativismo, geopolítica, racionalidade necropolítica e cosmopolítica.
PESQUISAS COM AS QUAIS COLABORAMOS
Fronteiras do agronegócio na Amazônia: expansão do setor carne/grãos no estado do Pará
Coordenação: Drª Julia Adão Bernardes (UFRJ)
Financiamento: CNPq
PESQUISA INTERNA ANTERIOR (2022.2-2025.1)
Federalismo e política de escalas na luta dos povos indígenas: um olhar a partir do Baixo Tapajós
A pesquisa investigou a dimensão espacial do movimento indígena no Brasil através dos conceitos-chave Federalismo e Política de Escalas.
Leia os textos A geopolítica anticolonial e Práticas espaciais insurgentes do movimento indígena no Brasil.
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PESQUISA INTERNA ANTERIOR (2018.2-2022.1)
Territórios de resistência e o sentido de autonomia para povos tradicionais e originários atingidos por grandes projetos espaciais no Oeste do Pará
A pesquisa teve como objetivo geral analisar conflitos de territorialidades envolvendo o impacto de grandes projetos espaciais sobre territórios de povos tradicionais e originários no Oeste do Pará, trazendo à luz o sentido de autonomia (e sua espacialidade) para tais povos.
Leia o texto A fronteira abissal no Oeste do Pará.
